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ADOLESCÊNCIA – “Defina o Jogo”

Eles dirigem sem carteira, muitas vezes em alta velocidade, freqüentam discotecas e bares até de madrugada. Imaturos, abusam da bebida, envolvem-se em brigas e às vezes provocam acidentes sérios. O que há com nossos jovens?

Para a terapeuta Gilda Archer, do Centro de Estudos da Família, Adolescência e Infância (Cefai), no Rio, esses problemas são conseqüência direta da falta de limites. “Ao permitir que seus filhos dirijam sem carteira, os pais os expõem a situações para as quais os jovens não estão prontos. Caso ocorra um acidente, mesmo que os adultos assumam as conseqüências jurídicas, a culpa emocional vai pesar sobre o adolescente, despreparado para suportá-las.”
Ao mesmo tempo, esses pais estimulam os filhos a desobedecer à lei, a não ter limites. “Nossa sociedade costuma ser benevolente com os transgressores, mas não é assim que se aprende a viver em comunidade”, observa Gilda. “Obedecer a regulamentos desde cedo é importante para que, mais tarde, o adulto seja uma pessoa integra ao seu meio. Toda família tem suas regras: em algumas dorme-se cedo, em outras menos. Não importa. O essencial é ter regras claras. Muitas vezes, os pais delegam essa função à escola e até mesmo ao psicólogo que atende a seus filhos, o que é prejudicial. Acontece também de a família querer impor sua forma de organização a outros setores da sociedade, num abuso evidente de autoridade.”
O acidente ocorrido em Brasília com o filho do ex-ministro dos Transporte Odacir Klein, Fabricio, é bem ilustrativo. Dirigindo em alta velocidade, na companhia do pai, o jovem atropelou um pedreiro. Nenhum dos dois socorreu a vítima, que acabou morrendo. Em sua sentença, a juíza Maria Leonor Leiko Aguena determinou que o rapaz não poderá dirigir por dois anos, terá de pagar 24 cestas básicas a uma entidade filantrópica e também indenizar a família do operário. Ou seja, praticamente não será punido, já que as indenizações serão pagas pelos pais. Numa decisão surpreendente, a juíza considerou também que não houve omissão de socorro, já que a vítima morreu no local.
No Rio de Janeiro, o pai do estudante Gabriel Pinto Cardoso, 18 anos, demostrou que também se considera acima da lei; em companhia da mulher e do filho, agrediu fisicamente o diretor do colégio que reprovou seu filho. O rapaz perdera aulas e provas por ser atleta, lutador de judô. Gilda Archer observa que, neste caso, os pais incorreram num erro muito comum: não souberam ensinar o filho a fazer escolhas e arcar com as conseqüências.
“Ser atleta e bom aluno é impossível. Neste caso, teria sido melhor procurar outra escola, por exemplo. No cerne da questão está um dos maiores problemas dos pais: eles não suportam ver seus filhos frustados. Por conta disso, e também por comodismo, acabam deixando que façam o que querem. É preciso aprender a negociar”, aconselha a terapeuta. “Esta é uma tarefa que exige paciência. Mas é indispensável para a formação deles.”
“A liberdade deve ser conquistada aos poucos, à medida que os pais adquirem maior confiança no filho. Não há mal em admitir que se sentem preocupados em deixá-lo até tarde na rua e que precisam de um tempo para se adaptarem à nova realidade”, diz.
Outra questão complicada de resolver e, sobretudo, de manter, são as punições. Gida lembra que é inútil determinar castigos impossíveis de serem cumpridos como, por exemplo, um mês sem ver televisão, no caso de uma criança, ou o mesmo período sem estar com os amigos, se for um adolescente. “A punição tem o único objetivo de criar pessoas responsáveis e deve estar à altura da capacidade de compreensão da criança ou do jovem. Ela ajuda a estabelecer, também, uma censura interna indispensável. Caso contrário, estaremos abrindo caminho para a formação de adultos completamente sem limites, que desrespeitam tudo e todos sem que se sintam nem um pouco culpados.”

SUPERPROTEÇÃO, ERRO COMUM

No dia-a-dia da 1a Vara da Infância e Adolescência, no Rio, o juiz Siro Darlan está acostumado a ouvir um sem-número de justificativas por parte dos pais para o abandono de seus filhos. ‘Não tenho controle sobre ele’, ou ‘como vou saber onde ele está?’ são algumas das desculpas mais comuns.
“Chamamos esses pais de ‘pais Pilatos’, por que eles sempre lavam as mãos. À noite, nas discotecas, os adolescentes ficam expostos a situações para as quais não estão maduros”, lembra o juíz.
Siro Darlan considera que um dos principais problemas é a superproteção dos pais em relação a seus filhos. “Quando um menino da favela avança os limites com uma menina, considera-se que houve estupro. O mesmo fato pode ser visto como ‘exercício de virilidade’, caso o jovem seja de classe média. Para mudar esse quadro, é preciso que a sociedade se mobilize. A justiça só pode agir paliativamente”, afirma.
O juíz lembra que não é contra o lazer dos jovens. “Sou favorável, por exemplo, à participação de crianças no desfile das escolas de samba, que é uma festa cultural. É uma maneira de estimulá-las a participar da cultura de seu país. Isso é muito diferente de permitir que adolescente freqüentem sozinhos bailes funk e discotecas”, ressalva.

DIFÍCIL EQUILÍBRIO

O rigor com que muitos pais foram criados pode ser um dos responsáveis pela liberalidade excessiva de hoje, na opinião da psicopedagoga Vilma Freire do Amaral.
“Como tiveram uma educação severa, os pais decidiram educar seus filhos de modo diferente. Mas acabaram perdidos: deram liberdade demais e responsabilidade de menos.”
Para agradar os filhos ou compensar eventuais carências, muitos presenteiam de forma exagerada, ainda que para isso precisem sacrificar o orçamento. O resultado são crianças insatisfeitas, que cada vez querem mais.
“Esses jovens nunca terão o prazer de desfrutar de alguma coisa longamente esperada. Quando crescem, transformam-se em adultos que não sabem lutar pelo que querem e, diante de qualquer adversidade, sentem-se derrotados. Alguns ficam à margem da vida, que lhes parece desprovida de graça. Muitas vezes, buscam um pouco de emoção nas drogas”, lembra a especialista.
A socióloga Moema Toscano considera que é preciso fazer um exame de consciência para ver se a responsabilidade de educar não está sendo muito deixada de lado. “O respeito às regras e às leis é fundamental. É preciso que os pais retomem as rédeas da situação, definindo limites e parâmetros mínimos de comportamento. Precisamos tomar providências para que nossos filhos tenham uma juventude mais sadia”, conclui.

OBS: Deixar que os filhos façam tudo o que desejam acaba transformando-os em jovens eternamente insatisfeitos e até inseguros. Dar limites significa, também, proteger. E, sobretudo, formar adultos adaptados ao seu meio, que sabem conviver com regras e restrições, inerentes à vida de qualquer pessoa.

Dalva Ventura e Liana Fortes

AFINAL, QUEM SOMO NÓS?

Quem somos nós que nos arvoramos de juizes implacáveis quando avaliamos os outros e somos tão benevolentes com as nossas limitações, fraquezas e erros?
Quem somos nós que nos julgamos tão fortes quando temos que nos posicionar diante da sociedade em que vivemos, quando na verdade nem sequer temos coragem de enfrentar a nós mesmos, nossa consciência, nossas verdades íntimas?
Quem somos nós que esperamos tanto pelo carinho, pelo afeto, pela compreensão; que reclamamos tanto de falta de atenção, quando nunca nos preocupamos em compreender os outros, suas necessidades, suas carências?
Quem somos nós que compramos quase tudo, que negociamos os preços, que reclamamos dos custos, quando na verdade preferimos muito mais pagar, do que conquistar, construir, descobrir, fazer? Quem somos nós que desejamos ser aceitos, respeitados e acreditados; mas que quase nunca confiamos, entendemos e verdadeiramente nos preocupamos com o que está se passando com quem convivemos?
Quem somos nós que nos consideramos tão sábios e inteligentes, tão capazes e preparados e não damos conta de orientar nossos filhos, nossa família, nossos amigos?
Quem somos nós que nos percebemos criativos e inovadores e vivemos praticando e defendendo os mesmos valores e tradições de uma época onde o conhecimento não era tão amplo e democrático?
Quem somos nós, construtores de teses brilhantes, mas que nem sequer temos um plano pessoal e consistente?
Quem somos nós que buscamos tanto evidenciar a melhora da aparência e não cuidamos quase nada do nosso eu interior? Que nos julgamos donos de tudo e nem propriedade da gente mesmo temos? Quem somos nós que vivemos pedindo e reclamando e nunca nos lembramos de agradecer e apreciar as maravilhas que nos são constantemente proporcionadas?
Afinal, quem somos nós?
Que podemos ser quase tudo e nos conformamos em não ser quase nada…

Celso Machado

VAMOS PENSAR UM POUCO NA GENTE?

Vamos pensar juntos. Não fique indiferente a esses questionamentos. Pense. Reflita. Ninguém precisa saber, mas não fuja – nem que seja pelo menos de si mesmo. Não dá para deixar que a vida escorra por entre os dedos, sem ao menos parar e pensar: “O que é que eu vim fazer aqui…?

Como você percebe o próprio corpo?
Como você encara a própria sexualidade?
Se você pudesse definir a sua vida em uma palavra, qual seria? (Não vale uma frase, só uma palavra.)
Como você vivencia os conceitos e as noções de “certo” e “errado” ou ainda o “isso não fica bem”?
Você se sente velho(a), feio(a) e já até pensou em fazer plástica ou mudar alguma coisa em você para ver se algo acontece?
E será que “essa” ou “aquela” pessoa merece? Será que faria o mesmo por você? Pense nisso e comece a avaliar o relacionamento.
Você já parou para pensar, “tintim por tintim”, por que é que, realmente, tá difícil?
Você já parou para analisar calmamente de que é que você mais gosta?
E se não gosta, costuma fazer apenas para agradá-lo(a)? Por quê?
Tem valido a pena?
Será mesmo?
Você é daquelas pessoas que costuma satisfazer excessivamente o(a), outro(a), esquecendo-se de si mesmo(a)?
Pare um pouco. Pense, por exemplo, no que fez ontem. Das coisas que fez, o que mais deu prazer e, também, o que deu mais desprazer? Então, já que tomou consciência disso, por que não plantar a primeira semente da mudança? A verdadeira e primeira revolução começa é dentro da gente. Quando a gente começa a se inquietar e achar que não merece só isso que a vida tem dado para gente… E aí começa a mudar. Começa a explodir. Começa a crescer. Começa a voar… E, na verdade, só voa alto quem tem asas fortes…
Quantas vezes você transa, ou já transou, apenas para satisfazê-lo?
E você, homem, quantas vezes não teve vontade de jogar tudo para o alto, achando que está difícil segurar a barra, sustentar a casa – tendo que cobrir todas as despesas – e ainda ser sempre o forte?
Você já parou para pensar se a pessoa que está a seu lado, compartilhando a vida, gosta da vida que tem?
Você já parou para pensar o que o seu marido, esposa, pai, mãe, filho, amigo ou mesmo aquele colega de trabalho pensa sobre você? E, mesmo achando que “não liga para o que os outros pensam”, não seria interessante dar um parada e refletir sobre isso?
Será que a imagem que a gente pensa que passa é exatamente a que os outros vêem na gente?
Se o relacionamento – ou a vida pessoal, ou o trabalho, ou a relação com os amigos – está ruim, o que concretamente você tem feito para mudar?
Se o trabalho está chato, sem novidades, o que você fez, esta semana que passou, para mudar? E o que está pensando em fazer para a próxima? – Fique certo(a) de que não é o patrão nem o colega do lado que vão fazer alguma coisa. Por mais que o(a) outro(a) seja solidário, ele(a) não vivencia a sua vida.
Se o gozo está difícil, ou se há um “nó na garganta”,. por que não encher o pulmão de ar, juntar as forças, e falar tudo (ou quase tudo) o que sente?
O que a gente não pode – e não tem o direito – é se violentar e ser infeliz
 

(autor desconhecido)

ARRANJANDO TEMPO PARA VOCÊ

Na loucura do dia-a-dia conseguir alguns momentos para si mesmo pode assumir ares de missão impossível. Parece piada, mas a pessoa que menos tem tempo para você… é você mesmo.

Ficar em contato com a própria essência é vital. E para quem passa a vida cuidado de tudo e de todos, isto é especialmente relevante. No rodamoinho geral, sua vida passa, enquanto você está sempre pronto a atender aos desejos e necessidades de amigos e familiares, mas sem conseguir – ou se lembrar de tentar – separar uma hora para escutar os próprios anseios. Quando isso finalmente acontece, é importante descobrir interesses que não estejam relacionados com comida. É que, nesses casos, essa acaba sendo a maior – senão a única – fonte de prazer!
Arranjar tempo para si mesmo é, inclusive, uma maneira excitante de saber mais sobre QUEM você é e o que deseja da vida, para explorar novas facetas e áreas da sua personalidade e melhorar sua qualidade de vida. Não importa que o ritmo louco da sua vida esteja sempre em alta rotação. Você apenas precisa comparecer à hora marcada a sua própria pessoa.

Você merece esse tempo

Por que será que há tanta dificuldade em arranjar um tempo só para você? Reflita: quem sabe você não está se punindo por comer em excesso? Fora de forma, você acha que não merece nenhum prêmio, muito menos tempo livre para lhe fazer feliz. Pode ser também que você acredite que isso é egoísmo de sua parte, algo meio infantil.
Sentir culpa por se sentir bem, se e quando esses momentos acontecem, pode também representar um problema. Você precisa se conscientizar de que tem todo o direito de usufruir esse tempo. Se o telefone tocar no seu horário, não atenda: você está muitíssimo ocupado… com a pessoa mais importante de sua vida!
Preste bem atenção aos seus pensamentos desmerecedores. Oponha a cada um deles um positivo e merecedor. Se você pensar: “se eu emagrecer já estará de bom tamanho. Dispor de tempo só para mim é muita indulgênica da minha parte”. Contra-ataque com “emagrecer não é o suficiente. Preciso usufruir de coisas que me agradam fazer. Isso vai me ajudar a viver com mais intensidade e, de quebra, perder peso será bem mais fácil”. Ou se por acaso você disser: “não consigo pensar em nada que me divirta quando estou só. Prefiro ajudar aos que precisam de mim”. Contra – argumente com: “viver me preocupando com os outros pode ser uma maneira de ignorar minhas próprias necessidades e interesses. É bom que eu me importe com os outros, desde que isso não seja pretexto para que eu esqueça de mim”. Além disso, você não consegue ser bom para os outros? Seja com você também!

Arrisque-se

Reserve sempre tempo para você. Mesmo que você ache que não merece essa atenção. Comece por dedicar alguns momentos ao longo do seu dia só para a sua pessoa, não importando como vai utilizá-lo. Concentre-se e pense nas coisas que gosta de fazer: passear numa pracinha, ir ao cabeleireiro ou simplesmente ficar em casa sem fazer nada, de papo para o ar. Se começar a sentir que está sendo muito indulgente, ótimo. Você está iniciando o processo de mudar a crença sobre o que você merece, e isso leva um certo tempo.

                                 Vida agitada e tempo

Haverá sempre razões que expliquem porque é tão raro conseguir um tempo para você, especialmente se sua vida é muito atarefada. Trabalho no escritório, afazeres em casa, responsabilidade com a família tomam todo o espaço de sua existência. Provavelmente não tem nem um segundo sobrando para se encontrar com você. Mas, se refletir com cuidado, verá que há espaço também para você na sua agenda.

Como Usar Esse Tempo

Depois de finalmente conseguir organizar a sua vida a seu favor, sobra o desafio de saber como utilizar o tempo que você obteve para a sua pessoa. Aqui vão algumas sugestões para usufruir dessa conquista.

Explore Seus Interesses
 
- Esta é uma oportunidade excelente para expandir seus horizontes. Tanta coisa que você adora fazer ou aprender mas nunca teve chance… Ao ler um artigo ou assistir a uma palestra, você pode se inspirar e programar atividades estimulantes.
Dê uma olhada nos livros que estão sendo publicados, nos lançamentos em vídeo ou qualquer outra coisa que desperte a sua atenção. Procure por cursos que ajudarão você a se conhecer melhor e a desfocalizar, se for o caso, o seu interesse exclusivo por comida.


Aprecie Plenamente O Seu Tempo Reservado - Você não precisa fazer nada de especial com esse tempo. Quando se tem um dia “daqueles” tudo o que se deseja é sentar num lugar confortável, com os pés para o alto. Se essa for a maneira como pretende usar seu tempo, excelente. Se sentir culpa, lembre-se que não há nada no mundo mais importante para fazer, senão relaxar: é seu direito.

Planeje com antecedência
 - Faça planos para algo diferente com o tempo reservado. Quem sabe ir a uma feira de antiguidades num sábado pela manhã ou a um espetáculo de circo à tarde. Essas coisas para as quais nunca houve tempo.
Nunca se deixe invadir pela sensação de não ter nada para curtir ou fazer com o tempo livre. Ele é todinho seu, para você fazer dele o que quiser, como um presente que você escolheu com todo o carinho!

Algumas Sugestões:

Estabeleça prioridades - Faça uma lista de todos os seus compromissos, sem esquecer os finais de semana. Coloque um sinal vermelho naquilo que não puder deixar de ser feito e um verde nas coisas que não são tão importantes assim. Por exemplo, você precisa ir à reunião de pais na quarta-feira, mas pode deixar para outra ocasião colocar em ordem os papéis que estão na gaveta da escrivaninha.

Refaça sua agenda - Dê uma olhada nas coisas que você assinalou com a cor verde. é por aí que você vai conseguir arranjar o seu tempo. Adiando ou eliminando as atividades que não forem prioritárias você pode conseguir tempo para cuidar de seus interesses pessoais.

Delegue responsabilidade - Reveja a sua lista e se pergunte: “há algo aqui que pode ser feito por outra pessoa?” Se a resposta for afirmativa, aja de acordo.

Aprenda a dizer não - Uma boa maneira de conseguir arranjar tempo para você é saber quando dizer não. Se alguém pedir a sua ajuda, descubra se é algo absolutamente necessário. Se não for, diga que ficará para outra ocasião.

Crie código de sinalização - Diga para a sua família que quando a porta do seu quarto estiver fechada ou a secretária eletrônica ligada, não devem perturbar você. Esses sinais externos ajudarão a proteger o seu tempo reservado.

por: Olinda Fernandes

… DEPENDE DE VOCÊ

” A paz que você reclama e tenta encontrar…
depende de você.
A compreensão que você reivindica a cada passo…
depende de você.
A bondade que você admira nas pessoas e sonha possuir…
depende de você.
O diálogo, base de toda boa convivência…
depende de você.
A abertura e o caminho para a renovação…
depende de você.
A realização que você julga essencial…
depende de você.
O amor que você quer encontrar nos outros…
depende de você.
Pondere:
queixar-se ou produzir, atrapalhar ou servir, desprezar ou valorizar,
revoltar-se ou colaborar, adoecer ou curar-se,
rebaixar ou elevar-se, monologar ou dialogar,
fechar-se ou abrir-se, estacionar ou progredir…
é uma questão de escolha…
e esta escolha,

DEPENDE DE VOCÊ.”

(Autor desconhecido)